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Pitanga, Pr, Brazil
Educação Formal Universitária: 2 Cursos (em áreas distintas); 2 Especializações; 1 Mestrado.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Aula Colégio João Paulo e Cursinho

                           Uma postagem rápida, apenas para colocar à disposição dos alunos o assunto de outra aula. Essa está em ppt (Power Point) e zipada também, até porque deve-se baixar e descompactar em um único lugar todo o conteúdo (na própria Pasta, Folder, devido ao clipe de vídeo próprio do conteúdo).
                            Neste final de semana colocarei um postagem bem mais extensa, com continuação do Budismo e " cositas más".
                            O link para o Dropbox é:
                            Não esqueçam de acessar o Blog no domingo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Office 2007 Win 7 Compatible

                      Prezados, a postagem anterior, com o endereço do Office 2007, baseado no Blog do Birungueta, não serviu para todos, pois eu não havia notado que ele não funciona na plataforma do Windows Seven. Por esse motivo estou postando um, extraído também do Birungueta, próprio para o Win 7. O endereço segue junto, também é do Dropbox, onde armazeno meus arquivos:

  Portable Microsoft Office 2007_ Win 7 Compatible  
        - Proceder da mesma forma: descompactar com o WinRar para uma Pasta de C:/, se não houver tal Pasta (Folder), criar uma com o nome de Office 2007, por exemplo e, com certeza vai funcionar. Endereço=

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Atendendo a pedidos!

                        Estou fazendo esta postagem a pedido de várias pessoas, alunos,etc..., que estão com dificuldades com o Microsoft Office. Esse endereço, que estou postando, baixa diretamente do Dropbox (excelente provedor e gratuito), e encontra-se na Internet em vários sites, na forma portable, facilita por não precisar instalar. Neste caso, tirei-o dos blogs (vejam a importância dos blogs!!)  http://www.birungueta.blogspot.com/ e/ou do http://blog.clickgratis.com.br/anahy/friends/page2/.

          MICROSOFT OFFICE 2007 PORTABLE + MENU CLÁSSICO=


        está compactado em ZIP, portanto terão que abri-lo com o WinZip ou com o WinRar.
                           
                                            Valeu, amanhã ou depois farei uma postagem mais extensa.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Politiqueiro da pior espécie...

                            Começam espocar na mídia, de forma muito consistente, muitas denúncias das bravatas que o ex-presidente Lula e sua ungida e atual presidente Dilma cometeram contra o Brasil. De forma imoral, muitas vezes anti-ética e até ilegal, ficou o vingativo Lula dizendo e prometendo o que ele e todos da sua laia sabiam, de antemão, que não daria certo, por um ou outro motivo, ou então, para fazer “politicagem” e ajudar no crescimento da candidatura da “gerente” Dilma...



                             E porque não foi denunciado à época? Por dois motivos: por contar naquele tempo com todo o aparato de uma Presidência da República, que perseguiu e prejudicou quem ousava contestá-lo – e nisto principalmente o pessoal do próprio PT o conhece bem... coitado de quem dizia algo contra ele ou seus chefetes mais importantes, e, por outro lado, pagando, de maneira nada “republicana”, como eles gostam de usar, desde blogueiros apaniguados, até, com as benesses de contratos de inserção de propaganda oficial (Caixa Econômica, Banco do Brasil, Petrobás, etc... aí incluídos), aos órgão midiáticos mais expressivos.

                  É o caso do Secretário de Esportes do Estado de São Paulo, Walter Feldmann, que hoje manifestou-se com referência ao propalado estádio do Corintians, que seria construído para a Copa do Mundo. Segundo as palavras do próprio Feldman:


“Secretário culpa Fifa e Lula por atraso paulista para Copa”

                  Walter Feldman diz que ex-presidente usou estádio corintiano para alavancar candidatura de Dilma. Feldman também disparou contra Lula, que teria aproveitado o anúncio de construção do estádio do Corinthians e para estimular a candidatura de Dilma Roussef à presidência. "Quando o estádio do Morumbi foi descartado, houve uma movimentação no plano do governo federal, uma combinação de interesses. O Corinthians queria construir seu estádio próprio, a Copa era apenas um detalhe, e houve um movimento de risco do ex-presidente Lula, que, por ser corintiano e querer fazer sua relação política com São Paulo em momento eleitoral, disse que seria em Itaquera, o que foi quase uma bravata naquele momento, que depois mostraram as dificuldades para [o estádio] ser construído", afirmou.


                   Também a tal de “gerentona”, a atual presidente, que foi passada como extremamente competente, e entre outras coisas, a “mãe do PAC”, etc..., está começando a ser desmistificada. A maior parte daquilo que foi prometido está sendo visto agora e comprovado, que não passaram de meras promessas eleitoreiras. É o caso das obras de Saneamento que estão com menos de 2% concluídos até agora, os projetos de melhorias das ferrovias menos que isso ainda, e até as tais das obras do PAC que, até agora, executou (vejam bem!!!) menos de 0,25% do previsto. Isso é que é “gerentona”, não???

                    Pior ainda estão as tais casas populares do programa “Minha Casa, Minha Vida” que, em muitos lugares, está sendo caso de polícia, como informa no Blog do Noblat a jornalista Mary Zaidan no dia 24/04/2011:

                   “O Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana (BA), primeiro do programa, vendido e revendido a terceiros, virou caso de polícia.

                    O de Governador Valadares (MG) é ainda mais irônico. Inaugurado por Lula e Dilma em fevereiro de 2010, com fogos, textos e fotos no site da Casa Civil e no blog da então candidata ilegal e extra-oficial, o conjunto destinava-se a famílias removidas de áreas de risco, que hoje correm o risco de nada ter: as casas, erguidas sobre um lixão, ruíram, outras foram saqueadas, estão sem telhas ou fiação.

Não era bem essa a vida prometida”.

               Está se constatando que, apesar dos altos índices de popularidade (ou, talvez, por isso), o ex-presidente Lula foi, na verdade, muito mais que um presidente razoável, um verdadeiro “politiqueiro da pior espécie”, o que, para um país que se pretende entrando naqueles de 1° mundo e desenvolvidos é, no mínimo, inadmissível.



quarta-feira, 20 de abril de 2011

É Páscoa!

          Gente, em homenagem à Páscoa, resolvi deixar hoje duas receitas que são, praticamente, ingredientes dessa época. Aproveito para prestar homenagem também ao povo português e espanhol, ancestrais de muitos de nós.



                                 Bacalhoada à Portuguesa

                      Autor: Panelinha (http://panelinha.ig.com.br)


              Tempo de preparo: Mais de 2 horas


              Serve: 6 pessoas


              Ingredientes:
                                 800 g de bacalhau em postas


                                 2 cebolas


                                 2 tomates


                                 1 pimentão verde


                                 1 pimentão vermelho


                                 1 kg de batata


                                 1 xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço


                                 250 ml de azeite de oliva


                                 2 colheres (sopa) de salsinha picada


                                 pimenta-do-reino a gosto






                        Modo de Preparo:


            1. Numa tigela, coloque o bacalhau e cubra com água. Deixe de molho por 12 horas troque a água 5 vezes.

            2. Corte as cebolas e os tomates em rodelas. Corte os pimentões ao meio no sentido do comprimento. Retire as sementes e corte cada metade em cubos. Corte as azeitonas em quatro no sentido do comprimento.

            3. Descasque as batatas, coloque numa panela, cubra com água e adicione 1 colher (chá) de sal. Leve ao fogo alto e, quando ferver, deixe cozinhar por 10 minutos. Para verificar o ponto, espete um garfo, as batatas devem estar macias.

            4. Escorra a água e deixe as batatas esfriarem. Corte-as em rodelas de 1 cm de espessura.

            5. Em outra panela, coloque o bacalhau dessalgado e cubra com água. Leve ao fogo alto e deixe ferver por 5 minutos. Desligue o fogo e escorra a água.

            6. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média).

            7. Num refratário, espalhe o bacalhau e arrume todos os outros ingredientes por cima. Regue com o azeite de oliva e polvilhe com a salsinha. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por 30 minutos.

             8. Retire o papel-alumínio e deixe assar por mais 15 minutos. Sirva bem quente.



                                         Paella a Valenciana
                (receita modificada, tirada do site Mais Você, da Ana Maria Braga)




       
                         Ingredientes:


                               • 8 colheres de azeite extra-virgem


                               • 1 cebola média picada


                               • Meia cabeça de alho picado


                               • 4 camarões rosa


                               • 200 g de lula cortada em anéis


                               • 1 pimentão verde e 1 vermelho cortados em tiras


                               • 200 g de polvo cozido


                               • 8 mexilhões abertos


                               • 4 camarões-pistola grandes


                               • 4 lagostins para decorar o prato


                               • Cebolinha verde picada


                               • 400 g de arroz parboilizado (de preferência)


                               • 1 pitada de açafrão


                               • 1 cálice de vinho branco


                               • 800 ml de caldo de peixe


                                   Modo de preparo:


              Para o caldo de frutos do mar (consiste no cozimento do camarão, das cascas do camarão, lagostim, mexilhão):

              Primeiro, coloque o azeite na frigideira que já está quente.

              Depois, jogue a cebola e o alho para dourar.

              Mexa um pouco e acrescente as tiras de pimentão.

              Em seguida, coloque os cubos de frango cru e não temperado.

              Adicione a lula, crua também, e depois os pedaços de polvo já cozido.

              Uma colher de sopa rasa de sal é suficiente porque o caldo de peixe que vai ser usado já é um pouco salgado.

             Para dar mais um gostinho, rale um pouco de pimenta-do-reino sobre a paella e despeje o arroz.

             Mexa levemente para misturar bem os ingredientes.

             No final, coloque uma pitada de açafrão, o vinho branco e o caldo de peixe.

             Mexa devagar e tampe a panela para cozinhar.

             Quando a paella estiver borbulhando, pronta, é hora de decorar.

            Você pode começar pelos lagostins, que são pré-cozidos, e continuar com os camarões-pistola (grelhados antes) e depois os mexilhões cozidos dentro da casca.

            Se quiser, você ainda pode usar salaminho ou linguiça portuguesa nessa decoração.

             Não esqueça de espalhar a cebolinha verde.








domingo, 17 de abril de 2011

Chegando de Viagem

              Estive em viagem hoje para prestar as últimas homenagens a um homem íntegro, da cidade de Piraí do Sul, daqueles antigos e que, a seu jeito, mostraram sempre ser um poço de sabedoria espontânea, natural. Faleceu naquela cidade o avô de meu genro, Dr. Denis, e senti-me na obrigação de dar a ele e a seus familiares um último adeus - isso sempre é muito doído, mesmo que a pessoa já esteja com idade um pouco mais avançada. É, a humanidade não consegue ainda hoje, com todo o avanço científico, administrar de alguma maneira, essa inexorabilidade da morte.
             
                Não estou com muita "cabeça" para fazer uma postagem; no entanto, quero indicar aos jovens e também aos seus pais e familiares a leitura do Blog do Reinaldo Azevedo (escreve para a revista VEJA), para observarem o que é a insensatez de um político (só que esse não é "qualquer um" político, e sim, o Deputado Federal do PT e líder do Partido na Câmara Federal, o Dep. Paulo Teixeira, de SP).
                 Leiam com atenção a postagem do jornalista Reinaldo Teixeira, com o endereço logo abaixo
                   

             e também vejam o vídeo postado no YouTube de uma entrevista que esse Líder do PT deu a um site a favor da legalização da maconha, no seguinte endereço

                      Não dá para acreditar que, com tudo com o que está acontecendo no Brasil, com o avanço da criminalidade (que tem muito a ver com a falta de política de Governo contra as drogas, na prevenção e contenção do uso das mesmas), tenha um sujeito e Deputado Federal, líder de seu Partido, que saia com tais asneiras...
                     
                                  Não, isso não é o fim do mundo (mas parece), mas tem que ser dado um basta bem vigoroso a esse tipo de gente.

          

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A Canção de Mahamudra- complementação da 1ª parte.

            Para aqueles que estão chegando agora: se gostar e quiser entender melhor o Budismo Tântrico e a Canção de Mahamudra, do Buda Tilopa, procure nas postagens anteriores por mais informações...

            Lembre-se sempre: o visível jamais é a raiz. A raiz sempre permanece invisível, a raiz está sempre oculta. Nunca lute contra o visível, pois estará lutando contra sombras. Será em vão, só com isso não poderá haver nenhuma transformação em sua vida. Os mesmos problemas aflorarão novamente, novamente e novamente. Observe sua própria vida e verá o que eu quero dizer. Nao estou falando de teoria alguma sobre a mente, mas sobre a "artificialidade" da mente. Este é o fato: é preciso resolver a mente.

            Pensamentos individuais existem, mas seu movimento é táo rápido que não se pode ver brechas entre eles. Os intervalos entre eles não podem ser vistos porque não se está consciente e alerta; precisa-se de uma visão interior mais profunda. Quando seus olhos puderem ver profundamente, verá, subitamente, um pensamento, outro pensamento e ainda um outro pensamento, mas não verá a mente.

           Pensamentos reunidos, milhões de pensamentos, dão a ilusão de que a mente existe: como uma multidão, milhões de pessoas em pé, em multidão; há tal coisa, uma “multidão”? Pode-se encontrar a “multidão” separada dos indivíduos que ali estão? Mas estão reunidos e a reunião faz com que se sinta que existe algo que é “multidão” — mas só indivíduos existem.

           Este é o primeiro olhar interior para a mente. Observe e encontrará pensamentos, mas nunca vai se deparar com a mente. E, se isso se tornar uma experiência sua — não porque alguém está dizendo, não porque Tilopa canta a esse respeito, só isso não ajudaria muito —, mas se isso se tornar a sua própria experiência, se isso se tornar um fato de seu
próprio conhecimento, então, subitamente, muitas coisas começarão a se modificar. Porque terá compreendido algo tão profundo sobre a sua mente, que muitas coisas podem seguir-se a isso.

           Observe a mente e veja onde ela está, o que ela é. Vai notar pensamentos flutuando e intervalos. E, se observar por bastante tempo, verá que os intervalos existem em maior número do que os pensamentos, porque cada pensamento precisa estar separado de outro pensamento. De fato, cada palavra precisa estar separada de outra palavra. Quanto mais profundamente se for, mais e maiores brechas serão encontradas. Um pensamento flutua e, então, surge uma brecha onde não existe pensamento. Então surge outro pensamento e outra brecha se segue.

            Se estiver inconsciente, não se poderá ver os intervalos, as brechas. Salta-se de um pensamento a outro e nunca se verá a brecha, o intervalo. Se se tornar consciente, verá cada vez mais brechas. Se se tornar perfeitamente consciente, então, milhares de intervalos serão revelados.

                 E nesses intervalos, acontece o satori.

                 Nesses intervalos, a Verdade bate à sua porta.

                 Nesses intervalos, o hóspede vem.

                 Nesses intervalos, Deus é compreendido,

                 ou a forma, seja lá qual for, em que se expresse tal coisa.

                 Então, a percepção é absoluta,

                 então, haverá apenas um vago intervalo de desligamento.

              Observe as nuvens: as nuvens movem-se e podem ser tão densas que não se consegue ver o céu através delas. A vasta extensão azul do céu está perdida e fica-se coberto pelas nuvens. Então, continue a observar: uma nuvem se move e outra ainda não chegou ao seu campo de visão — subitamente, há um ponto na vastidão azul do céu.

             O mesmo acontece interiormente: cada um é a vastidão azulada do céu, e os pensamentos são nuvens pairando em torno de si, entrando em cada um. Mas os intervalos existem, o céu existe. Ter um vislumbre do céu é satori; tornar-se o céu é samadhi. De satori a samadhi, todo o processo é uma profunda visão interior para a mente; nada mais.

             Em primeiro lugar: a mente não existe como uma entidade; apenas os pensamentos existem. Em segundo lugar: os pensamentos existem separados de si; não são ligados à sua natureza. Eles vêm e vão – a gente permanece, persiste. Cada um é como o céu: nunca vem, nunca vai, está sempre ali. Nuvens podem ir e vir, são fenômenos momentâneos. Mesmo que se tentasse agarrar-se a um pensamento, não o poderia reter por muito tempo. Ele tem de ir, tem seu próprio nascimento e morte. Os pensamentos não são seus, não lhe pertencem. Chegam como visitantes, hóspedes, mas não são o hospedeiro.

        Observe mais profundamente e se tornará o hospedeiro e terá os pensamentos como hóspedes. Como hóspedes, eles são belos; mas esquece-se completamente que cada um é o hospedeiro, e eles se tornam os hospedeiros e fica-se em confusão. Isso é o inferno. A pessoa é o dono da casa, a casa lhe pertence, mas os hóspedes se tornaram donos. Receba-os, cuide deles, mas não se identifique com eles; de outra maneira, eles se farão os senhores.

         A mente torna-se problema porque toma-se os pensamentos tão profundamente, dentro de si, que esquece-se por completo a distância, o fato de eles serem visitantes, de irem e virem. Lembre-se, sempre, AQUILO que é duradouro: o que é a sua natureza, o seu Tao. Fique sempre atento ao que nunca vem e nunca se vai, tal como o céu. Mude o entendimento: não faça dos visitantes o seu foco; permaneça enraizado no hospedeiro. Os visitantes vão e vêm.
          Há, naturalmente, bons e maus visitantes, mas não precisa preocupar-se com eles. Um bom hospedeiro trata todos os hóspedes da mesma maneira, sem fazer distinções. Um bom hospedeiro é apenas um bom hospedeiro: quando um mau pensamento surge, ele trata o mau pensamento da mesma forma como trataria um bom pensamento.

          Não é de sua competência julgar o pensamento bom ou mau.

         Que se está fazendo quando distingue-se este pensamento como bom e aquele como mau? Está se trazendo o bom pensamento para mais junto de si, e empurrando para longe o mau pensamento. Mais cedo, mais tarde, estará identificado com o bom pensamento, que passará a ser o hospedeiro. E qualquer pensamento, quando se torna hospedeiro, cria sofrimento — porque não é a verdade. O pensamento é um simulador, e a gente se identifica com ele. A identificação é doença.

           O cientista (e filósofo, religioso) Gurdjieff costumava dizer que só uma coisa é necessária: não se identificar com o que vem e vai. A manhã vem, depois dela o meio-dia, vem a tarde, e todos eles se vão. Chega a noite e, novamente, a manhã. A gente permanece — não como mente, porque isso também é um pensamento, mas como pura percepção. Não o seu nome, porque isso também é um pensamento; não sua forma, porque isso também é um pensamento; não seu corpo, porque um dia compreenderá que também ele é um pensamento.
           Apenas pura percepção, sem nome, sem forma: somente a pureza, somente o que não tem forma nem nome, somente o próprio fenômeno de estar consciente – só isso é duradouro.