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Pitanga, Pr, Brazil
Educação Formal Universitária: 2 Cursos (em áreas distintas); 2 Especializações; 1 Mestrado.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Só aqui no Brasil!

                   Leiam com atenção o que segue (texto real, decodificado de gravação oficial, publicado em várias mídias, inclusive blogueiros...), que, acredito, serve para colocar a dimensão real do que o Brasil vive hoje, fase pós-Lula e suas tolices, especialmente aquela de "nomear uma presidente (a conhecida princesa muda), por vontade autoritária, sem consultar ninguém, etc...."- publicação em 12/06/11.
                  Alguém ainda acha que isso vai dar certo???
                 
                  "Em outro momento especialmente inspirado, o jornalista Celso Arnaldo Araújo analisa a inverossímil performance de Dilma Rousseff em Santa Catarina. Confira:Celso Arnaldo captura a presidente: ‘A casa é o símbolo e o cerne de uma nação’
                   “Agora, senhoras e senhores, com a palavra a senhora presidenta da República, Dilma Rousseff.”
- Dilmá, Dilmá, Dilmá, Dilmá, Dilmá!
                 Com a palavra:
                “Eu queria primeiro dá boa tarde a todas as, as mulheres de Blumenau. E queria também desejá um comprimento muito fraterno a todos nossos companheiros homens aqui presentes”.
                Calem-se os boatos recidivantes sobre sua saúde: no discurso de Blumenau, por ocasião da entrega de 580 “moradias” do programa Minha Casa, Minha Vida (agora só faltam 1.999.420 no PAC2), a presidenta Dilma voltou à plena forma, como a única usuária da língua portuguesa capaz de “desejar um comprimento” e saudar os “companheiros homens”, certamente para distingui-los dos companheiros mulheres.
                 A interminável “sessão-comprimento”, antes de cada discurso, já virou marca registrada do estilo Dilma – sempre como preâmbulo do grotesco. Mas esqueça o “comprimento”. Nos 3 anos e 6 meses que ainda tem de governo, ela nunca aprenderá a dizer cumprimento – e nenhum dos áulicos que a cercam se atreverá a corrigi-la, talvez porque não percebam nada de errado.
                 O problema maior dessas sessões é o comprimento (vá lá) em si. Por que diabos uma presidente se sente obrigada a cumprimentar todas as autoridades presentes, uma a uma, antes de se dirigir à plateia? Qual é o sentido dessa formalidade que soa sempre ridícula, ainda mais na entonação “festa de formatura” de Dilma? Cumprimentar ministros que acabaram de chegar com ela ao recinto? Não me lembro: FHC fazia isso? Lula fazia isso? Não seria mais lógico “registrar” a presença desse ou daquele, para destacar a importância – vá lá – do evento? E não esqueçamos um fator complicador da fluidez dos “comprimentos”: Dilma.
               Queria também comprimentá o Cedenil, aqui, que foi um dos falaram aqui hoje, presidente da Federação da Associação dos Municípios do estado de Santa Catarina”.
                 Humm, Cedenil, Federação da Associação… Que tal um Google rápido? De primeira: a Federação, como parecia óbvio, é das “Associações” dos Municípios. E o tal Cedenil, nome estranho, ninguém viu. O nome do atual presidente da FAMESC é Lenoir Henrique – parecido, mas não muito, se bem que posso estar enganado, já me desculpando com o Cedenil.
                 Ah, os nomes, como o gol para Parreira, são apenas um detalhe para Dilma. Quem trocou Luiz Sergio por Ideli é capaz de trocar qualquer coisa:
                Queria comprimentá o Pedro Eccel, presidente da Associação dos Municípios do Meio Vale de Itajaí. E queria…”
                Ela ouve um sussurro, para, aguça o ouvido, repete o que ouviu e concede, contrariadíssima:
                Paulo Eccel. Cê vê que o pessoal às vezes erra. Peço desculpa ao Paulo, mas escreveram Pedro, viu? Pois é, alguma pequena confusão…”
                Eu diria que Paulo Eccel (pronuncia-se Excel) foi vítima de um erro na planilha que deram à Dilma…Ok, trocar Paulo por Pedro é um ato falho bíblico. Mas o Paulo, que aliás é prefeito de Brusque, deve ter ficado chateado mesmo é com o nome da associação que Dilma arrumou para ele. Paulo, na verdade, preside a Associação dos Municípios do Médio Vale de Itajaí; o médio vale inteiro, não apenas meio.
                  Mas é a partir dos 7m30s deste penoso vídeo – disponível no Blog do Planalto sem nenhuma cerimônia, sem medo da exposição – que se encontra a gênese do desastre anunciado e até aqui consumado do governo Dilma Rousseff. É só ouvir.
                   Desculpem: o trecho é longo e de audição/leitura atroz, mas vale por todos os textos que no futuro se publicarão para explicar o inacreditável, o inefável governo Dilma.
                   Aqui, retomando uma de suas obsessões nos discursos de campanha, agora com mais conteúdo, Dilma insiste em convencer as pessoas de que é melhor morar numa casa do que na rua. Tirem as crianças da sala – se elas estiverem na sala, não na rua. E apertem os cintos, segurem-se bem à cadeira:
                   Porque ter um teto é uma questão de segurança. Ter uma família e ter um local onde você possa desenvolver suas relações afetivas é o direito de todo ser humano, das mulheres, porque é lá que elas criam seus filhos, é lá que ela estabelece essa relação familiar que vai criar brasileirinhos e brasileirinhas pra serem os futuros adultos. A casa é, eu diria, um símbolo do cerne de uma nação. É lá que um país tem segurança também, porque essa primeira segurança de sabê que seus filhos vão tê abrigo. Essa questão da proteção que é algo que a humanidade busca desde que cumeçô a se transformá e virá cada vez mais humanos.
                   Nós precisamos de abrigo porque o abrigo nos dá proteção. Todos brasileiros têm direito à proteção de um teto, de um lar, onde criar seus filhos. Por isso, eu tenho imenso orgulho desse programa Minha Casa, Minha Vida, orgulho não porque o estado brasileiro parô de achá que todo mundo tinha de encontrar um jeito de tê casa independente de quanto ganhava. E nós mudamos essa compreensão”.
                Depois de ouvir isto, nossos melhores analistas estarão dispensados de fazer grandes malabarismos de ciência política ou teoria geral do estado para um dia tentar explicar por que o governo Dilma foi uma grave ofensa ao país.
Para quem quiser ver o vídeo, aí está= http://www.youtube.com/watch?v=0QchSRrZdtc
                     Pois é, uma desfaçatez sem tamanho: o Brasil não merecia e não merece isso!
                   Mas, continuemos mais um pouco. Leiam o que segue, trata-se do mesmo assunto anterior, versando sobre as "obras" desse Governo- quase tudo só empulhação na cabeça do incauto povo brasileiro. Este trecho é do Blog do Reinaldo Azevedo:

                     


           A fraude do PAC agora em números do Tribunal de Contas da União

                   Pronto! O TCU tem os números sobe o PAC. Venho afirmando aqui há tempos que daquele 1 milhão de casas que Lula prometeu entregar, 800 mil ficaram para Dilma, que prometeu mais 2 milhões até 2014. Pois bem, fui injusto. A sobra não era de 800 mil casas, mas de 762 mil!!! Isso quer dizer que Dilma tem de entregar, nos próximos três anos e meio, 2,762 milhões de casas. Vocês acham que ela consegue? Juntando saneamento, habitação popular e recursos hídricos, acreditem!, o governo Lula-Dilma (ela era a comandante) realizou apenas 10% do permitido!
                    Leiam abaixo trecho de reportagem da Folha sobre as realizações do PAC, segundo o que vai no relatório do TCU.
            "Áreas sob gestão exclusiva do governo vão pior no PAC" (por Dimmi Amora):

                  O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) concluiu apenas metade do que estava previsto em seu lançamento nas áreas em que os recursos eram aplicados pelo governo ou por estatais. É o que aponta o TCU (Tribunal de Contas da União) em seu relatório sobre as contas do governo de 2010. Segundo o TCU, a média de execução orçamentária do programa chegou a 88%, mas esse percentual só foi alcançado por causa do desempenho do setor privado, que superou o previsto.
                   De acordo com o órgão, em três setores (saneamento, habitação popular e recursos hídricos) o PAC- programa gerenciado em quase todo o governo passado pela atual presidente, Dilma Rousseff - concluiu menos de 10% do previsto. Quando o programa é dividido por áreas, apenas 4 entre as 16 conseguiram finalizar 2010 com desempenho acima do previsto (…)
               A análise específica desse programa [
Minha Casa, Minha Vida] mostra que o governo conseguiu chegar à meta de 1 milhão de contratos. Ainda assim, só 238 mil unidades ficaram prontas - das quais 92 mil são para famílias que recebem até três salários mínimos.
                O relatório também mostra que os problemas que o país vive com aeroportos poderiam ter sido resolvidos pelo PAC, em 2007. Dos R$ 3 bilhões para reformas no setor, apenas 10% tinham gastos encerrados em 2010. Aqui
Por Reinaldo Azevedo
                  
                    Dizer o quê??? Brasil, il, il, il!!!!! - E agora tem mais a Ideli (a ex-senadora, ou "UM BERRO À PROCURA DE UMA IDÉIA!!!) e a novata Gleise. Vejamos, pois....


segunda-feira, 6 de junho de 2011

Assunto de interesse dos vestibulandos ou Enem

                          Pois é, resolvi postar rapidamente um link do meu Disco Virtual (o excelente dropbox), com as apostilas para o Enem, que deverá acontecer em Outubro, bem atuais e montadas por gente de gabarito. Ótimo trabalho! O arquivo que está zipado, tem mais ou menos 25 Mg e, dependendo de sua conexão, baixará rapidinho- contem todas as apostilas (10 disciplinas), em arquivo PDF. 
                           Estiu quase terminando de montar uma postagem bastante extensa e, se não for possível colocá-la agora à noite, pelo menos amanhã estará publicada.

                               Segue o endereço ( é só colar no seu navegador e fazer o download).

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Algumas considerações

                           Ao iniciar este Blog, fiquei ensimesmado com o título a dar a ele e, pela dificuldade de nomes devido à imensa variedade de blogs existentes, mas  também pelas razões que tentei expor já no início permanente do meu, continuo a acreditar, e muito, nos Blogs. Acredito que, especialmente nestes dias que hoje vivemos no Brasil, e com este governo, a chamada "imprensa livre", na realidade toda a mídia atual, padece, por vários problemas e principalmente pelo do dinheiro advindo de órgãos oficiais ou paralelos, de mais independência.
                           Talvez pela simbologia toda que o PT exerceu na cabeça dos jovens jornalistas e comunicadores, nos tempo em que, quase sozinho defendia a ética e a honestidade, parecendo até que seria um Partido diferente, nota-se a simpatia (?) explícita, desde Lula, ao governo.
                           Não é comum vermos na grande mídia análises isentas e independentes- nela, nessa grande mídia, geralmente o que pode acontecer é isto de que trato hoje. Por meio de Blogs, alguns muito bem escritos e por ótimos e conceituados comunicadores, os grandes jornais, revistas, portais da Internet, como que "deixam passar" críticas mais contundentes aos fatos do dia a dia, em especial na política.
                             Por isso é que acredito em blogs...
                             Vale a pena ler o blogueiro da revista Veja, o competentíssimo Augusto Nunes, em duas postagens que considero exemplares e me atrevo a copiá-las aqui, dos dias 26 e 27 de maio passado, e que põem em seu devido lugar as tristes figuras palacianas tão comentadas nestes dias. Para quem gosta de análises corretas e isentas, não deixe de acessar diariamente o BLOG DO AUGUSTO NUNES, além dos do Noblat e do Reinaldo Azevedo.
                             Vai lá:


26/05/2011
                                            às 19:56 \ Direto ao Ponto

A casa envilecida por um farsante, uma nulidade, uma quadrilheira e um Palocci

                        Primeiro, Lula descobriu que a oposição resolveu despejar Antonio Palocci da Casa Civil “para desestabilizar o governo”. Alguém deve ter soprado que ele próprio, em 2006, livrou-se do estuprador de sigilo bancário sem que ocorressem abalos sísmicos no Planalto. O ex-presidente engatou uma segunda, comparou o consultor mais caro do mundo ao maior jogador de futebol da história e ensinou que “não se pode deixar um Pelé no banco”. Alguém deve ter soprado que, se é assim, ele será lembrado como o presidente que expulsou Pelé de campo. O palanqueiro itinerante engatou uma terceira e, nesta quinta-feira, fez outra descoberta: “Palocci é o homem que prestou muitos serviços ao governo e não podemos desampará-lo”.
Se a preocupação é real, deve chamar imediatamente o doutor Márcio Thomaz Bastos, ou outro especialista em livrar pecadores de estimação do merecidíssimo castigo. O amparo jurídico impediu que Palocci fosse condenado pela violação da conta de Francenildo Costa na Caixa Econômica Federal. Mas já não há qualquer espécie de amparo político capaz de manter no cargo o ministro enredado no milagre da multiplicação do patrimônio. Palocci perdeu a voz há quase duas semanas por falta do que falar. Diga o que disser, nada mudará a verdade devastadora: ele enriqueceu com o tráfico de influência, usando como fachada a empresa de consultoria Projeto. Bom nome: nunca foi mais que um projeto a firma cujo quadro funcional se limitava à moça do telefone.
                          Foi Lula quem impôs a Dilma Rousseff a nomeação do novo chefe da Casa Civil envilecida pelas três escolhas anteriores. Deve-se debitar na conta do ex-presidente, portanto, a gangrena que surgiu com José Dirceu, expandiu-se com Dilma Rousseff, tornou-se especialmente malcheirosa com Erenice Guerra e completou-se com Antonio Palocci. Dirceu complicou-se em 2004 com a divulgação do vídeo em que o amigo íntimo Waldomiro Diniz, assessor para Assuntos Parlamentares, pedia propina a um bicheiro. No ano seguinte, o guerrrilheiro de festim estrelou o escândalo do mensalão e acabou substituído por Dilma.
                            A sucessora de Dirceu montou a fábrica de dossiês cafajestes e se enrascou na suspeitíssima conversa com Lina Vieira. Transferida para a campanha eleitoral, cedeu a vaga a Erenice Guerra, superassessora e melhor amiga, que reduziu a Casa Civil a esconderijo da quadrilha formada por parentes e agregados. Estigmatizado pelo caso do caseiro, Palocci já chegou com culpa no cartório. Conseguiu ampliá-la neste outono, quando o Brasil soube que o primeiro-ministro do novo governo é um reincidente sem remédio.
                             Waldomiro Diniz pôde redigir em sossego o pedido de exoneração. Oficialmente, saiu porque quis, esperteza repetida por Dirceu no inverno de 2005, quando o escândalo do mensalão desabou sobre a figura que a Procuradoria-Geral da República mais tarde qualificaria de “chefe de uma organização criminosa sofisticada”. Ele saiu como sairia Erenice: com um pedido de demissão que lhe valeu um salvo-conduto para aparecer quando quisesse (além do convite para a festa de posse de Dilma Rousseff).
                              Cinco meses depois de voltar ao coração do poder, chegou a hora de Palocci descobrir que um raio pode cair até quatro vezes no mesmo lugar. O governo já entendeu que é impossível mantê-lo onde está. A discurseira contra a imprensa, a oposição e funcionários da prefeitura paulistana é só a bisonha reprise do truque forjado para adiar o desfecho inevitável. O Planalto precisa de mais tempo para achar uma “saída honrosa” para o companheiro que desonrou quase todos os cargos que ocupou.
                            A cabeça e a alma de um governante se traduzem nas escolhas que faz. Para chefiar a Casa Civil, o pajé da tribo que topa qualquer negócio escolheu, sucessivamente, José Dirceu, Dilma Rousseff e Erenice Guerra. Um farsante, uma nulidade e uma quadrilheira. Coerentemente, decidiu que a sucessora deveria escolher Antonio Palocci. Obediente ao chefe, Dilma convidou um estuprador de sigilo. Veio junto um traficante de influência. As quatro obscenidades que o mesmo gabinete hospedou, somadas, compõem o mais revelador retrato de Lula.

                                           
  E também:
             

O perigo mora em Campinas

                             À saída do gabinete do procurador-geral do Estado, Fernando Grella, o presidente do PT paulista, Edinho Silva, informou nesta quarta-feira que a conversa de 40 minutos tratara do caso da quadrilha homiziada nos porões da prefeitura de Campinas. Como o elenco envolvido na roubalheira calculada em R$ 630 milhões inclui dois amigos do peito de Lula ─ o empresário José Carlos Bumlai e o prefeito, Doutor Hélio ─ a comitiva formada por cinco deputados estaduais estava lá para impedir que as investigações conduzidas pelos promotores do GAECO, grupo cuja missão primordial é o combate a organizações criminosas, ultrapassassem as divisas do município.
                           “O partido não vai admitir especulações políticas em torno do ex-presidente Lula”, declamou Edinho, que também considerou absurda a decisão de engaiolar preventivamente o vice-prefeito Demétrio Vilagra, chefão do PT campineiro. “Não existe um único dado que justifique o pedido de prisão do companheiro Demétrio, que tem uma história vinculada aos movimentos sociais e não pode ser condenado publicamente”, protestou.
                           Ele desconfiou que a tentativa de intimidação não funcionara ao saber da réplica de Grella: “O procurador-geral reafirma seu apoio ao trabalho firme, sereno e imparcial desenvolvido pelos membros do Ministério Público no sentido do esclarecimento da verdade e da correta aplicação da lei, em cumprimento ao papel da instituição”. Nos dois dias seguintes, como comprova o site de VEJA, teve certeza de que dera um tiro no pé.
                         Preso nesta quinta-feira no aeroporto de Guarulhos, ao voltar da viagem a Madri, Vilagra passou a noite na cadeia. Nesta sexta-feira, Bumlai foi interrogado durante três horas. Acusada de liderar a quadrilha, a primeira-dama Rosely Nassim Jorge Santos precisará de muita imaginação para provar que o marido não sabia de nada. A história ainda em seu começo escapou de vez ao controle dos especialistas em livrar delinquentes do castigo.
                         Para abafar o escândalo que envolve também o amigo Ítalo Hamilton Barioni, o inevitável José Dirceu acampou em Campinas no domingo. Em reuniões com a turma, o consultor alertou-a para o risco de versões contraditórias. Dirceu certamente imaginou que a barulhenta passagem de Lula por Brasília impediria que o país ouvisse os estrondos em Campinas. Errou. A consultoria gratuita só serviu para identificar com nitidez o caso que mais inquieta os comandantes do PT.
                            O que lhes tem tirado o sono nos últimos dias não é o que se soube de Antonio Palocci. É o que falta saber sobre a quadrilha que desviou centenas de milhões dos cofres públicos com licitações fraudadas. Os Altos Companheiros acham que a crise provocada pelo milagre da multiplicação do patrimônio pode ser resolvida com o afastamento do chefe da Casa Civil e, como o governo está conseguindo bloquear o avanço das apurações, ficará circunscrita a Palocci. O tumor descoberto em Campinas é mais perturbador.
                        O Ministério Público paulista já demonstrou que não se subordina a interesses políticos nem teme arreganhos autoritários. Os promotores do GAECO estão decididos a fazer Justiça. Ainda à espera de artistas veteranos, o elenco já em movimento promete fortes emoções. Quando estiver completo, a plateia não vai querer perder nenhum capítulo. E torcer para que os vilões não escapem novamente no final.
                

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Brasil, um país estranho!

                          Tenho a nítida sensação de que nosso País, o querido Brasil, está começando (novamente!) algum processo de mudança, depuração, renovação, sei lá! É quase impossível algum país chegar ao fundo do   poço de uma maneira tão brutal, como está acontecendo aqui. As chamadas "autoridades da República", dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e das três instâncias de Poder (Federal, Estadual e Municipal), estão contribuindo de todo jeito para a completa desmoralização da "coisa pública"- base e princípio ideológico do que imaginamos ser uma democracia (e é), a República.
                          Esta nunca esteve tão vilipendiada, menosprezada, como nos dias atuais. Creio dever-se muito à postura (ou falta de) de nosso último Presidente, o Lula. Imagino que ele nunca assimilou plenamente o tamanho e a grandeza do cargo que exercera. Exerceu-o, sim, como se fosse a presidência de algum sindicato qualquer. Não teve a grandeza de um verdadeiro "Chefe de Nação", conduzindo-a, de maneira sábia, a um futuro que todos almejamos.
                           Infelizmente, o que se vê é o contrário: novas denúncias envolvendo "figurões" do Governo: o Palocci e também, ainda indiretamente e a ser comprovado, o próprio Lula (novamente), com os casos da
Prefeitura de Campinas, as besteiras acontecidas do Ministério da Educação, com gastos ( também a serem checados) na impressão de quase 500 mil livros didáticos com erros crassos, a serem distribuídos para as escolas públicas de Ensino Médio (coitadas...), as tontices dos vídeos "pró homossexualismo" - é assim que os mesmos devem ser chamados, ainda sob o patrocínio desse mesmo ministério, tudo sob o silêncio cúmplice da Presidente atual, que, afinal, resolveu agir só depois de ameaçada pelas bancadas religiosas da Câmara, e etc... Também, o que era de se esperar com os "condestáveis" desta República sendo os Sarney, Renan Calheiros e outros?
                          A educação péssima, a saúde lastimável, a segurança vivendo dias do novo "óxi"- e o governo ajudando a piorar...
                       É, o Partido que tanto cheguei a admirar, o PT, hoje, com raras exceções, transformou-se em um antro. Quando está essa gente envolvida, pode-se esperar três coisas. É, tem até uma graduação da corrupção: o levar vantagem, que é uma "corrupçãozinha" menor, coisa de amadores, do tipo daquelas do inesquecível Delúbio (acham que fazem "ajuda ao Partido"); o "chuncho"- este é muito conhecido aqui no Sul, e usadíssimo em quase todos os Poderes Municipais- é a corrupção média em qualidade e quantidade, desde o "lava-mão" ao guarda de trânsito, até a propina básica em bens a prefeitos, funcionários, etc... E, por fim, a ladroagem, o roubo, este considerado mais grave, de grande envergadura (em valores, quantidade de envolvidos, etc...).
                      Neste dias atuais, a honestidade é uma virtude, como se não fosse uma obrigação comezinha, principalmente aos que detêm cargos públicos.
                    Em roda de amigos, há muito tempo costumo brincar que reconheço 03 tipos de medo, também em uma graduação ascendente, conforme o grau de periculosidade envolvida: o receio, que é aquele medinho básico, que todos têm, por exemplo, o receio de baratas, de aranha; o pavor, que já é mais forte: o medo de um assalto, de uma doença grave; e, por fim, o cagaço: nem vou explicar melhor este, porque todos entendem.
                          Infelizmente, a classe política brasileira, a grande maioria, principalmente os citados acima, estão causando este último no povo brasileiro, quando imagina-se que possam chegar a administrar alguma coisa no país.
                                   
                          

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eta governinho sem-vergonha!

              Desde a eleição do ex-Presidente Lula, quando de vez o PT mostrou sua cara (não apenas aquela para consumo externo, eleitoral), temos visto as maiores asneiras proferidas, às vezes defendidas convictamente, na maior parte das vezes por conta de interesses inconfessáveis, de todos os tipos.


             Será que esse povo do mensalão acha, ao propor tanta besteira, que está “defendendo a classe trabalhadora, espoliada pelo capitalismo, etc...,etc...???”- só rindo, não é mesmo? Não se passa uma semana sem que a mídia noticie as benesses e a riqueza, que os chefes e alguns militantes desse Partido, conseguiram e estão continuando ( e o que é pior: quase sempre com dinheiro público). Agora está sendo a vez do ministro Palocci (compra de apartamento de 6,6 milhões, etc), fortuna multiplicada por 20 vezes, em 04 anos. É, como diria o chefão: “nunca antes na história deste país”...


            Proporem a defesa e a possibilidade de união homossexual (senadora Marta Suplicy) para fins jurídicos, tudo bem. Uma coisa é o direito que os homossexuais(ou quaisquer outras minorias) têm de conviverem sem discriminação alguma. Agora, propor leis tolhendo o direito que as pessoas têm de se manifestarem contra essa possibilidade, inclusive as Igrejas, aí já é coerção, vai contra o direito básico do cidadão, o de ser livre para expressar suas convicções, sendo de maneira civilizada, etc...


             Com esse governo, nota-se que, para eles, o Estado deve mandar e “comandar” tudo da vida do cidadão, como se as garantias mais básicas, as de Saúde, Educação, Segurança, esse Estado estivesse cumprindo bem. Aliás, cumprindo bem, qual, afinal??


             Agora, vêm com a palhaçada contra a Língua Portuguesa, promovendo (com dinheiro público!) a publicação de mais de 450 mil exemplares, de um livro destinado às Escolas Públicas, denominado “Por uma Vida Melhor” ( dos autores Heloísa Ramos e outro) e que, entre outras asneiras considera certo “Nós pega o peixe”, ou "Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". O pior de tudo: estes ainda acham que, quem não concorda com sua asneira, é por “preconceito ou discriminação”.


            Meus atuais alunos sabem que sou formado em Língua Portuguesa ( e Inglesa), disciplina que ministrei por mais de 30 anos, tenho Especialização, Mestrado, e que, por índole, não poderia ficar quieto com tamanha baboseira. Por que? Em primeiro lugar, porque a Escola é o lugar do aprendizado, da educação: educar vem do Latim(e+duco, ducere= conduzir junto) pressupõe avançar no conhecimento, etc e tal. Portanto, a Escola tem a obrigação (até porque, mesmo a Pública, o povo a paga com seus impostos) de oferecer o melhor ensino que pode: se fosse para ensinar o que não precisa, aquilo que nós todos (principalmente os mais jovens) já falamos em casa, em nossa comunidade, e que se denomina de “língua popular”- se fosse para isso, aboliríamos as escolas. Senão, daqui a pouco, eles vêm propor que 7+5= 13, e assim por diante ( e que não se conteste, pois afinal “errou por pouco...”).


           As boas Escolas podem custar caro, mas devemos todos ter e apoiar essa consciência – não foi de outro modo que, por coincidência (??), todos os países que mais se desenvolveram nos últimos 30 anos, foram os que mais aplicaram dinheiro na Educação (Coréia do Sul, Japão, etc...)- ao contrário do Brasil. E outra: aos níveis mesmo dos países Latinos, o Brasil, em Educação, fica em situação horrível, mesmo nesses tempos do “cara” do “nuncaantes na históriadessepaís”... Querem, agora, continuar com a mistificação da miséria e do mau ensino?


            Se valer o que apregoou o ministro Hadad, da Educação( aquele que até agora não conseguiu fazer um ENEM correto...), “não é seu papel interferir nesse processo de escolha dos livros didáticos”. Ah, tá, entendi e pergunto: “qual é então o papel de um Ministro de Governo, pago pelos nossos exorbitantes(e cada vez mais caros) Impostos???


            Esse partido político, o PT, tem se esmerado em fazer e promover asneiras e tentar defendê-las desvirtuando os que pensam corretamente. Tentam colocar todo mundo como “ tentativa de desestabilização do (ótimo!) Governo, pelas Oposições”, ou então, “as elites não entendem o quanto somos progressistas, avançados...”


           E vai dando no que aí está. Eu, pessoalmente, tenho medo do futuro!- Medo deles, dessa racinha do PT? Não, de forma alguma. Medo de como a mídia (em geral e com custo muito caro, para todos nós que pagamos os impostos, até pelas “classes espoliadas”, é claro...) está se comportando. Hoje, grande parte dela, tenta viver, ou “sobreviver”, às custas do Estado ou dos seus tentáculos: Banco do Brasil, Petrobás, etc...


            A Mídia que, em última instância é feita por pessoas, esquece, e também estas pessoas, de observar o que a história recente pode ensinar a todos: é só olhar com visão normal e sem falso idealismo ou proselitismo, o que já aconteceu e está acontecendo em Cuba, Coréia do Norte, a antiga Rússia, China, etc... Esses propostos e apregoados “socialismo, comunismo, esquerda...”servem apenas para essas classes dominantes e, geralmente, ditatoriais, continuarem mandando nos seus 50 anos(ou mais) de existência...


            A pessoa necessita, intrinsecamente, da liberdade (para tudo). Não há Partido Político, Corporação, Militância, ONG, etc... que algum dia venha a substituir aquilo que cada um exige para a sua constante busca da felicidade: liberdade, livre arbítrio, fraternidade e paz.


             AFINAL, NÃO É ISSO QUE TODOS BUSCAMOS NESTA VIDA?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Continuação da "Canção de Mahamudra", do Buda Tilopa

                  Alguns dias atrás publiquei uma postagem mais ou menos semelhante a esta e, por não a ter salvado comigo, houve um pequeno problema no Blogger, desaparecendo com a mesma, já publicada. Coisas que acontecem. Esta deverá estar bastante parecida, não extamente igual. A Canção continua:


               As trevas dos tempos

               Não podem amortalhar o sol fulgente;

               Os longos kalpas do samsara

               Jamais podem esconder a luz brilhante da Mente.



                             Embora palavras sejam ditas para explicar o Vácuo,

                             O Vácuo, tal como é, jamais pode ser explicado.

 
                             Embora digamos que a Mente é uma luz brilhante,

                             Ela está para além de todas as palavras e símbolos.

                             Embora a Mente seja vazia em sua essência,

                             Contém e abarca todas as coisas.



Obs. inicial:      kalpas= períodos de tempo, geralmente longos;

                      Samsara= roda da existência, o passar da(s) vida(s);

Para o budismo, diferenciam-se os termos:

                      mente= o cérebro, sentimentos, emoções...

                      Mente= o espírito, a alma, a transcendência...

 
                  Vamos meditar um pouco, primeiro, sobre a natureza das trevas. Eis uma das coisas mais misteriosas da existência — e a vida de cada um está ligada a essa questão, não se pode deixar de pensar nela. Precisamos entender a natureza das trevas, porque da mesma natureza é o sono, da mesma natureza é a morte e da mesma natureza é toda a ignorância.

                 A primeira coisa que será revelada, se meditar sobre as trevas, é que as trevas não existem, nao têm qualquer existência. É mais misteriosa a treva do que a luz, e não tem absolutamente existência — pelo contrário, não passa de ausência de luz. Nao há trevas em lugar algum, não se pode encontrá-las, elas não têm existência em si mesmas; acontece, simplesmente, que a luz não está presente.

                Se há luz, não há trevas; se não há luz, as trevas aparecem. A treva é a ausência de luz, não a presença de alguma coisa. Por isso é a que a luz vai e vem, mas a treva permanece. Nao é, não existe, mas permanece. Pode-se criar a luz, pode-se destruir a luz, mas não se pode criar a treva e não se pode destruir a treva. Ela está sempre ali, sem absolutamente estar ali.

                 A segunda coisa que deve ser compreendida, se meditar sobre a treva, é que, por causa da sua não-existência, nada se pode fazer com ela. E, se tentar fazer algo, a gente será derrotado. As trevas não podem ser derrotadas, pois como se pode derrotar algo que não é? E, se for derrotado, vai-se pensar: "Isso é muito poderoso, pois derrotou-me." Mas será absurdo! As trevas não têm poder; como pode uma coisa que não é, ter poder? Ninguém é derrotado pelas trevas e seu poder, as pessoas são derrotadas pela própria insensatez. Em primeiro lugar, começa-se lutar — e isso é insensato. Como se pode lutar com alguma coisa que não é, não existe?

                       Lembre-se; luta-se com muitas coisas que não são, como com as trevas.

                 O ódio não é real, é apenas a ausência do amor.

                 A cólera nao é real, é apenas a ausência da compaixão.

                A ignorância nao é real, é apenas a ausência do estado de Buda, da Iluminação.

                     Esta é a segunda coisa: nada pode ser feito contra as trevas, diretamente. Se deseja fazer algo com as trevas, terá de fazer algo com a luz, não com as trevas. Apague a luz e as trevas ali estarão; acenda a luz, e as trevas já não estarão — mas não se pode ligar e desligar as trevas, não se pode trazê-las de algum lugar, não se pode expulsá-las. Se quiser fazer alguma coisa com as trevas, deve-se fazê-lo por intermédio da luz, deve-se procurar o caminho indireto.

                     Nunca lute com as coisas que não existem. A mente é tentada a lutar, e a atenção é perigosa: você desperdiçará suas energias, sua vida e se desgastará. Nao se deixe tentar pela mente; veja, simplesmente, se algo tem existencia real, ou se é apenas uma ausência. Se é uma ausência, não adianta combater, mas procure a coisa da qual ela é a ausência —- e você estará, então, na pista certa.

                     A terceira coisa sobre as trevas é que elas estão profundamente envolvidas em sua existência, de milhões de maneiras.

                     Sempre que se está encolerizado, sua luz interior desaparece. Na verdade, está encolerizado porque a luz desapareceu, as trevas entraram. Só se pode estar encolerizado quando se está inconsciente; não se pode, conscientemente, encolerizar-se. Tente isto: ou perca a consciência e a cólera se instala, ou permaneça consciente e a cólera desaparece — não pode estar encolerizado conscientemente. O que significa isso? Significa que a natureza da consciência é exatamente igual à da luz e que a natureza da cólera é exatamente igual a das trevas — não se pode ter ambas. Se você tem a luz, não pode ter as trevas; se está consciente, não pode estar colérico.



quarta-feira, 11 de maio de 2011

2ª Parte da "Canção de Mahamudra", de Tilopa.

                       A Canção Continua:
   
           As trevas dos tempos
           Não podem amortalhar o sol fulgente;
           Os longos kalpas do samsara
           Jamais podem esconder a luz brilhante da Mente.

                     Embora palavras sejam ditas para explicar o Vácuo,
                     O Vácuo, tal como é, jamais pode ser explicado.
                     Embora digamos que a Mente é uma luz brilhante,
                     Ela está para além de todas as palavras e símbolos.
                     Embora a Mente seja vazia em sua essência,
                     Contém e abarca todas as coisas.

        Seguindo a Canção, podemos primeiramente meditar um pouco sobre a natureza das trevas. Essa é uma das coisas mais misteriosas da vida, porque, da mesma natureza das trevas, é também a natureza do sono, a natureza da ignorância, ou mesmo, a natureza da morte.
        A primeira coisa a ser entendida, se aprofundarmos a meditação, é que as trevas não existem. E por que? Porque as trevas, em si, não têm existência; elas são, apenas, a ausência da luz... Não há trevas em lugar algum... Se há luz, as trevas não existem. Se não há luz, as trevas aparecem. Portanto, a treva é a ausência da luz, não é nada, não é a presença de coisa alguma... Pode-se criar a luz, ela pode ser destruída (a luz), mas não se pode criar trevas.
         A segunda coisa a ser compreendida ao se meditar sobre a treva, é que, por causa da nossa própria não-existência, a gente não consegue resolver nada em relação a isso. Se lutarmos contra isso, a gente acaba por ser derrotado, pois, como derrotar algo que não é, que não existe??
          E, se a gente for derrotado, vai se pensar: "mas isso é muito poderoso, pois derrotou-me" - e será um absurdo, porque elas não têm poder algum, aliás, elas sequer existem. Não se pode ser derrotado pelas trevas- elas não existem- pode- se ser derrotado pela nossa própria insensatez. Se começar a lutar contra elas, já é uma insensatez, e assim acontece na vida.
           Luta-se contra muitas coisas que não existem, que não são, como as trevas. Jesus mesmo já dizia: "deixai-os: eles não sabem o que fazem...". E assim é... A meditação servirá para entendermos que
                         O ódio não é real, é apenas a ausência do amor.
                         A cólera não é real, é apenas a ausência da compaixão.
                         A ignorância não é real, é apenas a ausência do estado de Buda, da Iluminação.
           Nunca lute contra o que não existe. A mente é tentada a lutar e, se dermos atenção a isso, vai-se desperdiçar energia, a vida se desgastará. Não caia na tentação da mente: veja se algo tem existência real. ou é apenas uma ausência. E se for apenas uma ausência, não adianta combatê-la, mas procure saber de qual coisa ela é a ausência...
           Outra coisa a ser entendida sobre as trevas, é que elas, apesar da não-existência, acabam por ficar profundamente envolvidas em nossa existência. Elas fazem com que a luz interior, que existe em cada ser humano, desapareça. Na verdade, quando se está com muita raiva, encolerizado, é porque se está inconsciente, a luz desapareceu. Não tem como encolerizar-se de modo consciente. Se tem-se a luz, não se pode ter as trevas: se estamos conscientes, não podemos estar coléricos, e assim é em muitas coisas da vida.
      
           Obs: o Budismo entende a existência da mente ( que seria cerebral, a memória, a consciência, os sentimentos, etc...) e a Mente ( que vem a ser o espírito, a alma, transcendente).
           KALPAS= período de tempo, geralmente muito longo...
           SAMSARA= a roda da vida, a existência.

                               Em próxima postagem, voltaremos a meditar e tentar entender um pouco mais do Buda Tilopa.